tudo negado!
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atualizado no dia seguinte
e coisas engraçadas
e a Frida era?
bem vejamos...
não, não era...
e olha a comunidade
isso é padrão mesmo no orkut todo. Ou quase todo.
Formação Reativa:
É um processo psíquico que se caracteriza pela adoção de uma atitude de sentido oposto a um desejo que tenha sido recalcado, constituindo-se, então, numa reação contra ele. Uma definição: é o processo psíquico, por meio do qual um impulso indesejável é mantido inconsciente, por conta de uma forte adesão ao seu contrário.Daqui.
é tem que gente que cai mesmo e vai na encenação.
Abaixo quando o pessoal estava insistindo demais em "desmascarar" o danilo...
comentário avulso qualquer sobre lógicas desmascarativas
certa vez ele postou vídeos em HD com cenário de novela...
depois ele abaixou a qualidade... Oo
um tópico meu
que foi linkado pra outra comunidade repercutindo um pouco.
coisas absurdas de não se duvidar ocorreram...
conspirações criativas mas não descartáveis
investigando cientificamente a criação do personagem danilo
Danilo interagindo e se tornando um pouco mais humano que personagem
cara chato
as vezes o emprego exige cada coisa...
Referência e sacadas
Fim... nam!
Retirado do Fórum Cifras Club.
De acordo com a organização Mundial de Saúde (WHO, 1980), PIMENTEL-SOUZA (1992, no prelo) e BERGLUND (1995), a partir de 55 decibéis [dB(A)] o ruído inicia estresse leve, levando a urna excitação que já pode ser considerada como desconforto para quem necessita de tranquilidade. O estresse degradativo do organismo começa em cerca de 70 dB(A), produzindo desequilíbrio bioquímico, aumentando o risco de hipertensão arterial e infarto do miocárdio, derrame cerebral, infecções, osteoporose e outras patologias. Acima de 75 dB(A) de exposição em torno de oito horas diárias, inicia-se o risco de comprometimento auditivo. Provavelmente a 80 dB(A) já ocorre liberação de endorfinas circulantes, provocando sensação paradoxal de prazer momentâneo. Em torno de 100 dB(A) pode haver imediata perda da audição.
bom site sobre o Nintendinho 8 bits (ou em alguns lugares "Nintendo Japonês" bem incoerentemente..) com vários artigos e analises, algumas traduções de matérias japonesas e de revistas de vídeo game antigas.
Li um artigo antigo na Super Interessante que me surpreendeu bastante. Peter Duesberg, virologista afirma que a AIDS não é causada por vírus e quão perigosos são as drogas para seu tratamento. Achei interessante, mas muito pouco. No google encontrei um artigo sobre as teses que defende Peter Duesberg.
HIV AIDS
Uma mentira bilionária e assassinaNos dias 22 e 23 de junho de 1989, foi realizado, no Minascentro, em Belo Horizonte, o 4º Seminário Internacional sobre AIDS. Especialistas dos EUA, da França e do Brasil apresentaram seus conceitos para três mil pessoas, entre profissionais ligados à área e curiosos. O Prof. Peter Duesberg foi a grande atração do seminário, por defender a tese de que o HIV não é o responsável pela AIDS.
Segundo o professor Duesberg, a AIDS é provocada por um desgaste excessivo do organismo, proporcionado por comportamento que degrada a saúde e causa a deficiência de imunidade. Com exceção dos hemofílicos, que adquirem a imunodeficiência por hereditariedade, os homossexuais, prostitutas, presidiários, pessoas do meio artístico etc., estão coerentemente vinculados a um “grupo de risco”, por terem, em comum, maus hábitos comportamentais em relação à saúde, podendo levá-los a adquirir a AIDS. Porém, a doença não é contagiosa e evolui espontaneamente para a cura, com a simples inversão desses hábitos, afirma Duesberg. Segundo ele, existe uma indústria da AIDS que, além de impedir a divulgação da verdade, alimenta o terror pela doença com a intenção de ampliar a venda de seus produtos.
No domingo anterior ao evento, o programa Fantástico, da rede Globo, apresentou uma reportagem sobre o Prof. Duesberg e sua teoria, na qual ficava clara a intenção de desacreditá-lo perante a opinião pública brasileira, o que, com certeza, deu resultado, considerando o ar de ceticismo que pairava sobre a platéia lotada do Minascentro enquanto o cientista expunha os argumentos de sua tese.
Outro fato curioso ocorrido durante o seminário foi a repentina mudança de opinião do Prof. da Faculdade de Medicina da USP, Ricardo Veronesi. No primeiro dia, ele defendeu ferrenhamente as idéias do Prof. Duesberg, citando a questão judicial entre EUA e França (os norte-americanos não queriam registrar os testes franceses), como uma evidência da existência da indústria da AIDS. Chegou também a acusar nominalmente Robert Gallo, descobridor do HIV, de ter montado um laboratório para lucrar com a venda de kits de teste. Já no segundo e último dia do seminário, o Prof. Veronesi praticamente chamou o Prof. Duesberg de louco. Disse que ele já estava "queimado" nos EUA e que, se não cedesse, ficaria desacreditado perante a comunidade científica brasileira.
Alemão radicado nos Estados Unidos, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, o Prof. Peter Duesberg era considerado por seus colegas um dos maiores virologistas do mundo e foi eleito, em 1986, para uma seleta cadeira na Academia Nacional de Ciências americana. No ano seguinte, após tornar pública a sua tese, perdeu a dotação da verba de pesquisador emérito (da ordem de 500 mil dólares anuais) e colocou em risco sua reputação e carreira. Atualmente, passa metade do ano na Alemanha e, apesar de ter perdido o financiamento para suas pesquisas, conta com o apoio de mais de 600 cientistas de vários países (inclusive o de Kary Mullis, Prêmio Nobel de Química em 1993), que acreditam não existirem provas suficientes para atribuir a causa da AIDS a um vírus.
O Prof. Duesberg mantém as mesmas posições em relação à sua tese, desde o final dos anos 80 e possui hoje uma página na internet (www.duesberg.com). Em parceria com seu colega David Rasnick, publicou um artigo na revista Continuum, em 1997, onde ambos afirmam que as drogas anti-HIV, como o AZT, prejudicam a reprodução das células do sistema imunológico — o que explica o fato de pessoas com imunodeficiência não evoluírem para a cura espontânea e o de portadores do HIV, que também consomem esses medicamentos, desenvolverem a síndrome. Ou seja, para eles, os remédios anti-HIV representam “AIDS por prescrição médica”.
O livro "AIDS — Verdade e mito, histórias e fatos", do Dr. Jacyr Pasternak, mostra estudos que comprovam a veracidade da tese do Prof. Duesberg, de que a teoria do vírus é uma farsa inventada e mantida, até hoje, por cientistas ligados a laboratórios multinacionais. A história da AIDS, conforme o livro, começa em 1981, quando o Dr. Gottlieb, de Los Angeles, passou a observar um considerável número de ocorrências de pneumonia grave, fatais, aliadas a um câncer dos vasos sangüíneos que parecia atingir exclusivamente homossexuais masculinos e, em particular, uma subpopulação desse grupo, denominada fast lane. Os homossexuais desse grupo chegavam a ter de mil e quinhentos a dois mil parceiros por ano, o que representa, no mínimo, 4 a 5 relações sexuais por dia.
Considerando o desgaste das excessivas relações sexuais (ainda maior no caso homossexual), aliado aos hábitos deploráveis desse grupo em relação à saúde (vida noturna, má alimentação, uso de drogas injetáveis, álcool, cigarro etc.), pode-se deduzir a que lastimável estado de degradação física chegavam essas pessoas e o quanto estavam debilitados seus sistemas imunológicos. Muitos chegavam à fase terminal sem se absterem de seus hábitos.
Outro quadro de deficiência imunológica foi observado em indivíduos da população subnutrida da África e do Haiti. Casos de imunodeficiência, juntamente com a doença que a acompanhava, eram facilmente diagnosticados, por apresentarem sinais e sintomas típicos e, na maioria das vezes, mesmo na fase aguda, evoluíam para a cura espontânea, com ou sem qualquer tratamento.
Esses relatos fazem parecer óbvio que a síndrome de deficiência imunológica era causada por um desgaste excessivo do organismo, provocado por hábitos que degradam a saúde, ou um “problema comportamental”, termo usado pelo Prof. Duesberg. Todavia, como conta o Dr. Jacyr Pasternak: “naquele momento ninguém sabia muito bem qual a causa da moléstia” (isso é incrível!), então, continua ele, “o Center for Disease Control (órgão de vigilância epidemiológica americano) convoca seus pesquisadores e demais sumidades interessadas no assunto, tentando juntar as informações e coordenar as pesquisas”. Será que, dentre essas “demais sumidades interessadas no assunto”, estariam os laboratórios multinacionais? Haveria, para eles, algum interesse financeiro por uma doença que acabava se resolvendo sozinha, por meio, basicamente, de hábitos saudáveis, sem o uso de medicamentos? Vale a pena lembrar que a indústria química, graças principalmente ao ramo de produção de medicamentos, ocupa hoje o primeiro lugar em faturamento anual entre as demais indústrias do mundo. Mas, voltando à história, foi no fim de 1983 que, quase ao mesmo tempo, pesquisadores franceses e o grupo do Dr. Robert Gallo, dos Estados Unidos, “inventaram” o vírus da AIDS. Pouco depois, surgem os kits de testes, o AZT e outros medicamentos que dão início à indústria da AIDS.
São mais de 20 anos de controvérsias, que propiciaram a formação de uma fortuna incalculável e que causaram milhares de mortes.
Atualmente, pouco ou nada mudou. As controvérsias perduram e quase nenhuma informação verdadeira chega ao alcance da opinião pública mundial, que convive com o espectro da AIDS e acredita na tese dominante — uma mentira bilionária e assassina. Diante do impasse, profissionais inescrupulosos buscam justificativas paliativas que mantêm vivo o empreendimento. Apesar de existirem 4.000 casos registrados de AIDS sem a presença do vírus HIV, Avidan Neumann, cientista israelense, chama o Prof. Duesberg de anacrônico e diz que, hoje, quando o RNA (código genético) do vírus é encontrado no organismo, a doença está detectada, podendo iniciar-se o tratamento.
Em julho de 2000, o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, promoveu um debate, em Durban, sobre o HIV como causa da AIDS. O Prof. Duesberg foi convidado para discutir sua teoria com mais 30 cientistas e conseguiu convencer o promotor do evento, que acompanhou as explanações dos participantes. Com isso, o presidente sul-africano deixaria de comprar e economizaria dez mil dólares/pessoa/ano em medicamentos anti-HIV, que seriam fornecidos para as mulheres grávidas do seu país — dá para imaginar, rapidamente, a cifra total dessa economia. Três meses depois, foi realizada a 13ª Conferência Internacional sobre AIDS, na própria África do Sul, onde cerca de 5.000 cientistas de 80 países assinaram uma declaração reafirmando a tese de que a AIDS é causada por vírus. A pressão política foi grande e o governo sul-africano acabou permitindo que alguns hospitais passassem a oferecer drogas anti-AIDS para as gestantes.
A revista “Super Interessante” (dez/2000) publicou uma matéria sobre a polêmica causada pela tese do Prof. Duesberg na comunidade científica mundial. Porém, na realidade, a tese de que a AIDS não é causada por vírus raramente é comentada, o assunto parece ser proibido no meio jornalístico, tornando surpreendente até mesmo o fato de terem liberado a publicação dessa tímida reportagem na revista.
A indústria da AIDS movimenta mais de 2,5 bilhões de dólares por ano, só nos Estados Unidos. Por mais que se possa tentar reduzir o valor do cálculo do lucro desse mercado no plano mundial, ele poderá parecer absurdo. Seria mais fácil acreditar na exorbitância do valor da soma, se for considerado que a indústria da AIDS comercializa seus produtos, na maioria das vezes, diretamente com órgãos de governos. Em países como o Brasil e até mesmo em alguns do 1º mundo, onde a corrupção impera, é pouco provável que algum político queira apoiar uma tese científica que possa abalar esse lucrativo negócio, ou que sobreviva no cargo, caso tente. No exemplo citado, da África do Sul, membros do Ministério da Saúde e até Nelson Mandela pressionaram e conseguiram mudar a decisão do presidente Mbeki, de não comprar medicamentos anti-HIV. Talvez nem mesmo Fidel Castro, acostumado a combater forças poderosas e a lidar com todo tipo de represálias, estivesse disposto a enfrentar esse império bilionário.
Na comunidade científica, não é difícil avaliar como e até onde a indústria da AIDS exerce influência, tendo em vista os relatos históricos, o boicote ao Prof. Duesberg e a discriminação aos seus colegas, defensores da sua tese, rotulados de “rebeldes da AIDS”. Difícil é entender como, diante de tantas evidências de uma causa comportamental, pessoas com conhecimento sobre o assunto possam acreditar na contraditória teoria que diz ser a AIDS causada por vírus.
Qual é o grau de comprometimento dos cientistas com os laboratórios multinacionais? E das universidades? E dos médicos, do mundo inteiro? Onde está a ética? Falta coragem, como a que teve o Prof. Duesberg? Bem, diante de um poderio de centenas de bilhões de dólares, uma das boas respostas poderia ser a do virologista americano Dr. Robert Gallo, um dos “inventores” do HIV, quando questionado sobre a polêmica: “A teoria defendida pelo meu ex-colega Duesberg não vale a pena ser discutida”.
Recentemente, o Jornal Nacional, da rede Globo, veiculou uma reportagem (na verdade, um comercial), divulgando dados que apresentam a AIDS como a doença que, atualmente, mais causa a morte de mulheres no Brasil. A ganância dos empresários multinacionais, a corrupção política e da mídia não são novidade, mas quando índices mostram números, como o de 3 mil mulheres brasileiras mortas pela AIDS por ano, o problema ultrapassa o limite da indignação e se torna assombroso. Principalmente considerando-se que a maioria dessas mortes são causadas pelos medicamentos anti-HIV, que bloqueiam o sistema imunológico e que são prescritos pelos próprios médicos, sem necessidade. O fato de ser hemofílico, uma pequena baixa no sistema imunológico ou um teste positivo de HIV (não se deve esquecer quem fabrica os kits de teste) é o suficiente para a pessoa se transformar em um consumidor desses caríssimos medicamentos que proporcionarão a sua morte, convenientemente confirmando a fatalidade da doença.
Casos comoventes, como o do cantor Cazuza e de outras pessoas famosas no Brasil e no mundo, que involuntariamente foram convertidas em marketing publicitário pela indústria da AIDS, levam à reflexão sobre a triste realidade vivida, também, por milhares de ilustres desconhecidos, vítimas da crueldade capitalista. Mas, acima de tudo, evidenciam a incapacidade do homem de pensar por si próprio, afastado da razão e passivamente preso a uma rede de imposturas armadas pelos donos do poder mundial, que sempre, em todos os tempos, só se preocuparam com suas fortunas, impreterivelmente conquistadas às custas de vidas humanas.
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Ricardo Freitas Castro ( awiri@ig.com.br )
Recebi esse e-mail - estilo aqueles e-mails que todo mundo repassa pra todo mundo - e abismei-me sobre o escrito. Incrivel o que se propaga e que pode ficar como certo.
DIREITA E ESQUERDA...
Uma certa universitária cursava o sexto semestre da Faculdade.Como é comum no meio universitário, ela estava convencida de que era deesquerda e estava a favor da distribuição da riqueza. Tinha vergonha de queo seu pai fosse empresário e conseqüentemente de direita, portanto,contrário aos programas socialistas e seus projetos que davam benefícios aosque mais necessitavam e cobrava impostos mais altos para os que tinham maisdinheiro.A maioria dos seus professores e alunos sempre defendia a tese dedistribuição mais justa das riquezas do país.Por tudo isso, um dia, ela decidiu enfrentar o pai. Falou com ele sobre omaterialismo histórico e a dialética de Marx, procurando mostrar que eleestava errado ao defender um sistema tão injusto e perverso como a direitapregava. Seu pai ouviu pacientemente, como só um pai consegue fazer, todosos argumentos da filha e no meio da conversa perguntou:- Como você vai na faculdade?- Vou bem, respondeu ela. Minha média de notas é 9, estudo muito mas vale apena. Meu futuro depende disso, eu sei! Não tenho vida social, durmo pouco,mas vou em frente.
O pai prosseguiu:- E aquela tua amiga Sônia, como vai?E ela respondeu com muita segurança:- Muito mal. A sua média é 3, ela passa os dias no shopping e namora o diatodo. Pouco estuda e algumas vezes nem sequer vai às aulas. Acho até que elaé meio burra. Com certeza, repetirá o semestre.O pai, olhando nos olhos da filha, aconselhou:- Que tal se você sugerisse aos professores ou ao coordenador do curso paraque sejam transferidos 3 pontos das suas notas para as da Sônia. Com isso,vocês duas teriam a mesma média. Não seria um bom resultado para você, mas,convenhamos, seria uma boa e democrática distribuição de notas para permitira futura aprovação de vocês duas.Ela indignada retrucou:- Porra nenhuma! Trabalhei muito para conseguir essas notas, enquanto aSônia buscava o lado fácil da vida. Não acho justo que todo o trabalho quetive seja, simplesmente, dado a outra pessoa.Seu pai, então, a abraçou, carinhosamente, dizendo:- BEM-VINDA À DIREITA!!!*
Um perigo, um perigo.... ou "um horror, Um horror."
Como colaboração o que posso fazer é colocar o que a Wikipedia fala sobre socialismo.
| Não sei formular título melhor para esse criativo e relativamente útil serviço. Arraste um bookmark (explicitado na página principal do site) para os favoritos. Toda vez que acessares um site, que quiseres imprimir certa pagina, que quiseres excluir certos elementos da página, clique nesse link, edite a página, selecionando com um quadrado vermelho o que deseja eliminar dali. Aparece também uma barra de ferramentas durante a operação, como consta na imagem ao lado. |
Nesse caso uma superinteressante de quando os DVDs ainda eram novidades.
Seria um critério para atrair leitor, um leve sensacionalismo, até mesmo em revistas de ciência?
Palavras-Chave: Chaves, Chiquinha, Senhor Barriga, Nhonho, Kiko, Dona Clotilde, Jaiminho, Dona Florinda
ótimo Humor negro
Palavras-Chave: Torres Gêmeas, World Trade center, Atentados, Islamismo, Terrorismo, Terroristas