Para buscar: Genitália, vagina, mulher, bolsa.
Programas simples para funções avançadas do registro
| Na Nirsoft eu já encontrei o FileTypesMan (Programa que gerencia os tipos de programas para certo tipo Arquivos), OpenWithView (Gerencia o menu do "Abrir com..." no windows), o ShellExView (Gerenciador de Extensões do Shell) e o ShellMenuView (Gerenciador de variadas opções disponíveis no Shell). Porem essa empresa de softwares simples possui muitissimos outros programas que alteram funções avançadas do registro do windows. Sempre que penso em alguma coisa especificissima sobre o windows, é possível que nesse site eu encontre algo que ajude. Link Aqui! |
"O Brasil não é desigual"
Li uma matéria antiga da revista época muito interessante, e relativamente polêmica. Sobre um livro de um consultor chamado Ricardo Neves, onde "ele combate as idéias mais difundidas a respeito da pobreza no brasil". Pelo título polêmico e com argumentos bem fundamentados, ela se torna muito interessante.. Digitalizei porcamente e não iria postar por aqui até ter achado uma versão online pelo Google.
Tambem achei uma copia da matéria em "um site da época" hospedada em um domínio com o nome do autor, Ricardo Neves, que parece ser do próprio autor. Neste site ele posta uma observação a materia.
Observação:
Todo mundo que já teve a experiência de realizar uma longa entrevista para a grande imprensa sabe que, por razões de espaço, o que é publicado no final das contas é muito editado e reduzido. Com minha entrevista para a revista Época também ocorreu o mesmo, mas acredito que o espírito do texto final é bastante fiel ao que eu procurei expressar. No entanto, a manchete da matéria “O Brasil não é desigual” não foi uma escolha feliz. O que procurei chamar atenção e deu origem à referida manchete foi minha declaração de que o Brasil não é tão desigual quanto avaliam organizações internacionais de desenvolvimento, como o Banco Mundial e Nações Unidas. Acredito que a leitura do texto da entrevista deixa isto claro.
Ricardo Neves
"Qual a operadora daquele número de Celular?"
| Com a portabilidade fica mais difícil saber que operadora um número usa. Mesmo com o bip inicial. Outra alternativa é acessar esse site, colocar o número que deseja, que ele identifica. Aqui! |
TV DIGITAL: O que a Folha diz. O que a Globo diz.
(ou "dizia" já que tudo aqui é de 2006. Achei interessante comparar. Mesmo depois de tudo.)
Na época (de 6 de Fevereiro de 2006) :
Recortes:
| No Folha Online | Na Revista Época |
| Sobre o Sistema Europeu (...) O sistema privilegia a programação múltipla, o que é visto como oportunidade para as ONGs (Organizações não Governamentais) e pelas teles, interessadas em novos canais de conteúdo. Entretanto, a tecnologia não agrada às grandes redes de TV, pois elas teriam, em tese, que dividir o espaço que ocupam hoje no espectro (6 MHz) com outros produtores de conteúdo, e também o mercado publicitário. (...) O conversor europeu seria o mais barato para o usuário entre os sistemas estudados pelo governo brasileiro, segundo relatório das pesquisas coordenadas pelo CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações). O governo ainda avalia os testes de robustez (capacidade de transmissão sem interrupções em longa distância e diante de obstáculos como o espectro congestionado da Grande São Paulo). (...) Sobre o Sistema Japonês ISDB(Integrated Service Digital Broadcasting) é o padrão defendido pelas grandes redes de TV. Elas alegam que essa seria a tecnologia que melhor atenderia aos requisitos de alta definição (mas também com possibilidade de transmissão em definição standard, com qualidade inferior, para permitir a múltipla programação), além da portabilidade e mobilidade em 6 MHz, mesma quantidade do espectro utilizada hoje pelas emissoras. Entretanto, o relatório do CPqD aponta que o conversor para o padrão ISDB seria o mais caro para o consumidor. Ao privilegiar a alta definição, o sistema também poderá dificultar a entrada de novos concorrentes (novos canais de TV). Isso porque, para transmitir em alta definição não seria possível dividir a programação, já que esse tipo de transmissão demandaria a utilização de toda a banda de espectro (6 MHz). Em definição standard, esse mesmo espectro poderia ser dividido em até quatro canais, mas as emissoras estimam que o mercado publicitário também seria dividido, o que seria interessante do ponto de vista da produção cultural, mas afetaria a rentabilidade das redes de TV. (...) Fonte! | (...) Outro ingrediente relevante para a demora na decisão é a maior abundância de canais propiciada pelo sistema europeu, que não privilegia tanto a qualidade de imagem. É inegavel que a possibilidade de um festivai de concessões abriu a sanha de alguns deputados. “Qualquer que seja a escolha, ela deve ser tomada por critérios técnicos”, diz o deputado Jorge Bittar (PT). É o mínimo que espera o consumidor. Fonte: Época de 6 de Fevereiro de 2006 |
O Resultado (Fonte)
Lula escolhe padrão japonês para TV digital
(...)
Após uma dura batalha de bastidores entre os defensores dos padrões japonês, americano (ATSC) e europeu (DVB), o presidente optou pelo primeiro por avaliar que essa proposta trará mais vantagens ao Brasil e às grandes empresas de comunicação do país --entre as quais as Organizações Globo.(...)
A decisão pelo padrão japonês foi tomada na semana passada por Lula, que orientou seus ministros a negociar com o Japão as contrapartidas para que o anúncio produza ganho político no ano eleitoral.
Além do compromisso de investimentos e da transferência de tecnologia, Lula disse a auxiliares que pesou na decisão o padrão japonês permitir maior tempo de adaptação à era digital dos atuais aparelhos de sinal analógico.
Ou seja, enquanto os americanos e os europeus previam uma fase de transição mais rápida, os japoneses se dispuseram a tornar esse período mais longo num país pobre em que a TV está instalada em mais de 90% dos domicílios.
Uma fase de transição mais longa resultará em menor custo ao consumidor, que terá mais tempo para continuar com seu televisor atual sem precisar comprar um decodificador do sinal digital ou um aparelho novo já com o equipamento.
O presidente também levou em conta o lobby das grandes emissoras de TV do Brasil a favor do padrão japonês. Não seria inteligente do ponto de vista político, avalia Lula, contrariar essas empresas no ano em que disputará a reeleição. Mais: as grandes TVs do Brasil dizem que o padrão japonês permitirá maior controle nacional sobre o conteúdo transmitido. Como o Brasil é um país com uma indústria de entretenimento televisivo de ponta, o governo avalia que é uma decisão estratégica defender os interesses das companhias nacionais.
Parte do PT chegou a fazer pressão a favor do padrão europeu, espécie de segundo colocado nos critérios do governo. Apesar desse lobby e do interesse das operadoras de telefonia no padrão europeu, que permitiria sua entrada na área de conteúdo, o governo não conseguiu dos europeus as contrapartidas oferecidas pelos japoneses. Nas discussões internas, Hélio Costa, ex-repórter da Globo, argumentou que o padrão japonês tinha também maior qualidade técnica e que, do ponto de vista tecnológico, seria superior ao americano e ao europeu.(...)
e (Fonte!)
Análise: Redes saem vitoriosas com padrão japonês de TV digital
As redes de televisão são as principais (talvez únicas) vitoriosas com a escolha do padrão de modulação de TV digital japonês, que defendem desde 1999, quando fizeram os primeiros testes.
O padrão japonês é melhor para as TVs brasileiras porque é o que trará menos impacto ao seu modelo de negócios. Elas apenas ganharão um novo canal e transmitirão sinal digital nele. Pelo menos por enquanto, não haverá a entrada de novos concorrentes, principalmente as temidas telefônicas.
As redes temiam que a escolha do padrão europeu, por exemplo, trouxesse o modelo de exploração de televisão do continente, em que não há alta definição e empresas de telefonia atuam como distribuidores dos sinais (ou seja, cobram das TVs para distribuí-las).
Segundo as redes, o padrão japonês seria o único que lhes permitiria transmitir um sinal robusto, que "pega" bem em cidades de relevo acidentado, como o Rio, ou com muitos prédios, como São Paulo. Na TV digital, ou o sinal "pega" 100% ou não "pega".
Com a escolha do padrão japonês, as teles perdem -ou deixam de ganhar. Elas reivindicavam parte do espectro de UHF e VHF (usado pela TV) para explorarem serviços de telefonia e de distribuição de audiovisual pago.
Perdem também os defensores da democratização do espectro com a entrada de novos operadores. Para eles, a escolha do padrão japonês significa que o governo sucumbiu ao pragmatismo e quis agradar às grandes emissoras de televisão do país em ano eleitoral.
Qual é o seu tipo de timidez?
| Gostei muito desse teste sobre timidez neste link. Me pareceu ter perguntas bastante precisas, inclusive me identifiquei rindo com cada uma das alternativas. O meu resultado no site: Bateu direitinho (bem, não creio que tenho a vida arruinada... mas o resto é bem isso.) Minha namorada também quis fazer, não considero ela tímida. Aqui uma crônica perfeita sobre timidez, de Luiz Fernando Verissimo (que por sinal é também um tímido). |
Dá série: Morte a alguns criadores de banners de publicidade da Internet
Nessas ocasiões que eu tenho compaixão com as salsinhas.
Isso foi no 4shared.
Asneiras propagadas em E-mail
Que, de tão bestas, tão bestas, tão bestas, me fazem querer guardar.....
Citação sobre Xuxa, Vera Fisher e o filme Amor Estranho Amor
Eu fui contra a crucificação internética da Xuxa, até porque começaram a atacá-la por causa do Amor Estranho Amor, como se ela tivesse feito uma Sex Tape com o Jairzinho, no tempo do Balão Mágico.
O filme era legítimo. Obra do Walter Hugo Khouri, um dos cineastas mais respeitados de sua época. E ela não é a única que atacou o moleque, Matilde Mastrangi tenta seduzi-lo, e quem vai aos finalmentes é Vera Fischer, que ainda por cima é a mãe. Isso mesmo, ela fez uma cena de INCESTO com um guri de 12 anos e ninguém a xinga de 10% do que xingaram a Xuxa.
Por eu nunca ter assistido - ou conseguido fácil alguém que tivesse - esse filme, gostei de ter visto essas observações. Trecho de post do Contraditorium.
Recorte antigo de revista: Ciro Gomes e Heloisa Helena
Numa revista Época de 2006 (aquela com uma matéria sobre blogs)
Essa última do Ciro se tornou clássica e bastante conhecida.