Bolsa legal: Anos 60, 80 e 2000's

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Para buscar: Genitália, vagina, mulher, bolsa.

Comunidade ironizando Belle e Sebastian

Mas aqui é Belo e Sebastian.
bello e sebastian

Gif legal: Saiajin!

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Japinha...

"Mais pedofilia"

Depois de Marcelo e Mallu.... o pessoal não perdoa mesmo. hahahaha.

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Programas simples para funções avançadas do registro

22-5-2009-10.07.381-6-2009-8.03.145-6-2009-8.19.2822-7-2009-5.14.0019-9-2009-7.43.29 Na Nirsoft eu já encontrei o FileTypesMan (Programa que gerencia os tipos de programas para certo tipo Arquivos), OpenWithView (Gerencia o menu do "Abrir com..." no windows), o ShellExView (Gerenciador de Extensões do Shell) e o ShellMenuView (Gerenciador de variadas opções disponíveis no Shell). Porem essa empresa de softwares simples possui muitissimos outros programas que alteram funções avançadas do registro do windows. Sempre que penso em alguma coisa especificissima sobre o windows, é possível que nesse site eu encontre algo que ajude. Link Aqui!

Prostituição em uma revista Época

A opinião de algumas pessoas na rua.

Prostituição na Epoca

"O Brasil não é desigual"

converter (1)
Li uma matéria antiga da revista época muito interessante, e relativamente polêmica. Sobre um livro de um consultor chamado Ricardo Neves, onde "ele combate as idéias mais difundidas a respeito da pobreza no brasil". Pelo título polêmico e com argumentos bem fundamentados, ela se torna muito interessante..  Digitalizei porcamente e não iria postar por aqui até ter achado uma versão online pelo Google.

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“O Brasil não é desigual”
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Também não é pobre nem corrupto. Com essas teses polêmicas, o consultor Ricardo Neves se tornou o maior provocador do debate econômico brasileiro
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IVAN PADILLA
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Está tudo errado. Segundo o consultor brasileiro Ricardo Neves, as idéias mais difundidas sobre pobreza, desenvolvimento e corrupção no Brasil são falsas - e ele se dedica a combatê-las em seu novo livro, Pegando no Tranco. A obra mereceu comparações com o best-seller Freakonomics, dos economistas americanos Steven Levitt e Stephen Dubner, que mostra como as percepções da opinião pública podem ser equivocadas (por exemplo: nos Estados Unidos, as armas matam menos crianças que as piscinas). Neves diz que o Brasil não é pobre, são apenas os números que desaparecem em meio à informalidade da economia. Descarta a idéia do país como campeão da desigualdade social. Desmente a tese de que a classe média está encolhendo. E contesta a visão da criminalidade como fruto da miséria.


RICARDO NEVES
entrevista01
botao Experiência
Gestão de projetos para as Nações Unidas, Banco Mundial e Banco Interamericano

botao Cargo atual
Diretor da empresa de consultoria empresarial itC

botao Vida pessoal
Tem 49 anos, mora no Rio e é casado. Graduado em Engenharia pela PUC-RJ, tem mestrado pela UFRJ

Fotos: Marcos Serra Lima/EPOCA

ÉPOCA - O Brasil não é pobre?
Ricardo Neves -
Essa é uma forma obsoleta de perceber o Brasil. A base usada para medir a pobreza é o orçamento familiar. Os pesquisadores perguntam a um representante de cada domicílio qual é a renda média mensal. Como mais da metade dos trabalhadores está no mercado informal, é difícil que esse dado corresponda à realidade. Uma diarista na zona sul do Rio de Janeiro, por exemplo, cobra de R$ 60 a R$ 70. Se fizer quatro faxinas por semana, ganhará cerca de R$ 1.000 por mês. Nas pesquisas de governo, como o Censo, o Pnad e a Pesquisa de Orçamento Familiar, aparece como desempregada.
ÉPOCA - Como se pode medir a pobreza do Brasil?
Neves -
Da mesma maneira que as pesquisas de mercado fazem. Os institutos contratados acham que o indicador renda não é confiável. Eles preferem medir a penetração de serviços e de bens de consumo e analisar o estilo de vida. Quando o pesquisador bate em sua porta, não pergunta quanto você ganha. Ele pergunta coisas que você não tem problema em responder. Por exemplo: você tem carro? Televisão? DVD? Qual seu nível de escolaridade? Essas perguntas permitem ao setor privado saber qual é a disponibilidade do domicílio para comprar bens e produtos. Os institutos percebem que as contas não fecham. Nas favelas do Rio, 14% dos domicílios têm carro, 22% têm microondas e 48% têm lavadora de roupas.
ÉPOCA - Mas o endereço continua na favela.
Neves -
Uma coisa é pobreza, outra é baixa renda. No Rio, existe 1,8 milhão de domicílios. Desses, 300 mil estão em favelas. Percebemos que esses domicílios não representam mais a pobreza. Na nossa visão de classe média, olhamos para aquela alvenaria, o tijolo à mostra, e identificamos um sinal de pobreza. Não é assim. A primeira prioridade da pessoa de baixa renda é aumentar a metragem quadrada. Ela é de uma primeira geração que veio do Nordeste, passou a receber parentes, seu filho casou. A segunda prioridade é equipar a casa com eletrodomésticos.
ÉPOCA - A pobreza então é mais aparente que real?
Neves -
O que vemos na rua altera nossa percepção. A revista Time publicou que o Brasil tinha 15 milhões de meninos morando na rua. Em 1997, o sociólogo Betinho criou uma metodologia para contar os menores abandonados. Ele percebeu que era preciso separar menino que está na rua de menino que vive na rua. Também viu que eles ficam juntos e próximos a locais onde se abastecem de comida. Ele aplicou esse método no Rio e chegou à conclusão de que havia menos de mil meninos de rua. Outras prefeituras fizeram o mesmo e chegou-se à conclusão de que não havia mais de 20 mil crianças de rua no Brasil.
ÉPOCA - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse certa vez que o Brasil não é pobre, é desigual.
Neves -
Isso também é falso, por conta da metodologia utilizada pela ONU. Para começar, índices diferentes de anos diferentes são misturados. São avaliados dados de renda - que têm o problema da informação falsa - e dados de consumo. É juntar abacaxi com laranja. Além disso, o Brasil apresenta índices recentes, mas as informações de Serra Leoa, um dos poucos países que estão atrás de nós, são de 1989. Por último, as realidades dos países são completamente diferentes. Serra Leoa tem 61% das pessoas na zona rural. Como pode ser comparado ao Brasil?


Ana Branco/Ag. O Globo
entrevista03
'Vemos o Brasil de forma obsoleta. Achamos que a pobreza, a desigualdade e a corrupção são problemas graves. Mas as questões mudaram'
ÉPOCA - Qual é então o grande problema brasileiro?
Neves -
Assim como a inflação foi nosso dragão tempos atrás, a informalidade é nosso câncer que está entrando em metástase. A informalidade tem três eixos. O primeiro são os direitos de propriedade. Os barracos das favelas não podem ser comercializados, não podem ser usados para conseguir crédito. O segundo é o trabalho. Estima-se que entre 55% e 60% dos trabalhadores estão na informalidade. São pessoas que não contribuem, não pagam INSS. A carga tributária fica concentrada nos 40% restantes da população. O terceiro é a informalidade na cadeia produtiva. São empresas que estão fora da lei, seja porque os tributos são altos, seja porque a burocracia é complicada.
ÉPOCA - Por que o senhor diz que o Brasil não é um país corrupto?
Neves -
A corrupção aparece em todas as democracias. Sempre que há transparência aparece rabo preso. Isso é um bom sinal. No Brasil, temos rotatividade no poder. Temos também ONGs que monitoram as contas públicas. Há liberdade de imprensa. Na crise do mensalão vimos um trabalho exemplar dos veículos de notícia. A Lei de Licitação Pública é de 1992. Até então, obras faraônicas eram construídas por indicação de ministros. Há a Lei de Responsabilidade Fiscal. Temos portais eletrônicos do governo que permitem monitorar os empenhos do Tesouro Nacional.
ÉPOCA - E a classe média não está encolhendo?
Neves -
Encolhendo, não. Mudando. Essa classe média é herdeira da porção de Bélgica da Belíndia (mistura de Bélgica e Índia, expressão usada na década de 70 para explicar a desigualdade no Brasil). Ela antes tinha acesso ao sistema financeiro habitacional, a universidades públicas, à expansão de empresas estatais cheias de ofertas de trabalho e à indexação, que reajustava o dinheiro nos bancos. Na década de 90, essas facilidades acabaram e a classe média passou a ter mais gastos. É como se ela tivesse viajado sempre de executiva e agora tivesse de andar de econômica. Em compensação, existe uma população que era de baixa renda e ascendeu. É gente de bairros como Nova Iguaçu, no Rio, ou São Caetano, em São Paulo, que não estava no mapa tradicional da classe média.
ÉPOCA - O senhor não tem uma visão muito otimista do Brasil?
Neves -
Não. As perguntas mudaram. Sai a questão da pobreza, entra a da informalidade. Existe um estatismo exagerado. O Brasil tem 5.577 cidades. Mas os municípios viáveis estão em cerca de dez regiões metropolitanas, que somam no máximo 300, 400 cidades. O resto vive à base de fundos de participação municipal. É aí que temos de resgatar a semântica positiva da palavra elite. Precisamos ser mais produtivos.


entervista02
botao TÍTULO
Pegando no Tranco
botao AUTOR
Ricardo Neves
botao EDITORA
Senac-Rio
botao PREÇO E PÁGINAS
R$ 29 / 200


 



Tambem achei uma copia da matéria em "um site da época" hospedada em um domínio com o nome do autor, Ricardo Neves, que parece ser do próprio autor. Neste site ele posta uma observação a materia.
Observação:
Todo mundo que já teve a experiência de realizar uma longa entrevista para a grande imprensa sabe que, por razões de espaço, o que é publicado no final das contas é muito editado e reduzido. Com minha entrevista para a revista Época também ocorreu o mesmo, mas acredito que o espírito do texto final é bastante fiel ao que eu procurei expressar. No entanto, a manchete da matéria “O Brasil não é desigual” não foi uma escolha feliz. O que procurei chamar atenção e deu origem à referida manchete foi minha declaração de que o Brasil não é tão desigual quanto avaliam organizações internacionais de desenvolvimento, como o Banco Mundial e Nações Unidas. Acredito que a leitura do texto da entrevista deixa isto claro.
Ricardo Neves

"Qual a operadora daquele número de Celular?"

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Com a portabilidade fica mais difícil saber que operadora um número usa. Mesmo com o bip inicial. Outra alternativa é acessar esse site, colocar o número que deseja, que ele identifica. Aqui!

TV DIGITAL: O que a Folha diz. O que a Globo diz.

(ou "dizia" já que tudo aqui é de 2006. Achei interessante comparar. Mesmo depois de tudo.)

Na folha:

20060307-tv_digital-o_que_esta_em_jogo

Na época (de 6 de Fevereiro de 2006) :

TV 2

22-5-2009-10.07.381-6-2009-8.03.145-6-2009-8.19.2822-7-2009-5.14.0017-9-2009-2.17.43 22-5-2009-10.07.381-6-2009-8.03.145-6-2009-8.19.2822-7-2009-5.14.0017-9-2009-2.17.50 22-5-2009-10.07.381-6-2009-8.03.145-6-2009-8.19.2822-7-2009-5.14.0017-9-2009-2.17.47

Recortes:

No Folha Online Na Revista Época
Sobre o Sistema Europeu

(...)
O sistema privilegia a programação múltipla, o que é visto como oportunidade para as ONGs (Organizações não Governamentais) e pelas teles, interessadas em novos canais de conteúdo.
Entretanto, a tecnologia não agrada às grandes redes de TV, pois elas teriam, em tese, que dividir o espaço que ocupam hoje no espectro (6 MHz) com outros produtores de conteúdo, e também o mercado publicitário.

(...)

O conversor europeu seria o mais barato para o usuário entre os sistemas estudados pelo governo brasileiro, segundo relatório das pesquisas coordenadas pelo CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações).

O governo ainda avalia os testes de robustez (capacidade de transmissão sem interrupções em longa distância e diante de obstáculos como o espectro congestionado da Grande São Paulo).

(...)

Sobre o Sistema Japonês

ISDB(Integrated Service Digital Broadcasting) é o padrão defendido pelas grandes redes de TV. Elas alegam que essa seria a tecnologia que melhor atenderia aos requisitos de alta definição (mas também com possibilidade de transmissão em definição standard, com qualidade inferior, para permitir a múltipla programação), além da portabilidade e mobilidade em 6 MHz, mesma quantidade do espectro utilizada hoje pelas emissoras.

Entretanto, o relatório do CPqD aponta que o conversor para o padrão ISDB seria o mais caro para o consumidor.

Ao privilegiar a alta definição, o sistema também poderá dificultar a entrada de novos concorrentes (novos canais de TV). Isso porque, para transmitir em alta definição não seria possível dividir a programação, já que esse tipo de transmissão demandaria a utilização de toda a banda de espectro (6 MHz). Em definição standard, esse mesmo espectro poderia ser dividido em até quatro canais, mas as emissoras estimam que o mercado publicitário também seria dividido, o que seria interessante do ponto de vista da produção cultural, mas afetaria a rentabilidade das redes de TV.

(...)
Fonte!

(...)
Nada disso acontecerá, porém, se o governo não tomar rapidamente uma decisão sobre os padrões técnicos - são ao todo quatro — que permitirão a transmissão e codificação dos sinais de áudio e vídeo. Tal decisão é esperada pelo menos desde o ano 2001. O padrão que tem gerado mais disputa é o de transmissão. Três consórcios concorrem pela preferência brasileira: o japonês (ISDB-T), o europeu (DVB) e o americano-coreano (ATSC). Até dias atrás, parecia claro que o governo Lula escolheria o sistema japonês, considerado o melhor para o ambiente brasileiro, segundo um extenso estudo encomendado pelo Ministério das Comunicações a várias universidades. A análise considerou que a tecnologia japonesa oferecerá mais qualidade de imagem e mais opções gratuitas, como a TV pelo celular.
O sistema americano já foi praticamente descartado pelo governo. O japonês tem o apoio do ministro das Comunicações, Hélio Costa, e das grandes redes de TV. “Os japoneses vieram depois dos sistemas americano e europeu e, por isso, têm uma tecnologia mais avançada”, afirma Fernando Bittencourt, diretor de Engenharia da TV Globo pertencente às Organizações Globo, grupo que edita ÉPOCA. ‘É o sistema que melhor assegura ao telespectador de qualquer lugar do país uma qualidade de imagem igual à de quem tem uma TV a cabo. Também abre a possibilidade de você assistir à TV aberta, gratuita, em aparelhos portáteis, inclusive celular.”
Mas os europeus ganharam fôlego, especialmente no Congresso, com o argumento de que a qualidade da imagem tem importância relativa, pois seria notada apenas por quem tem TV grande. "Apopulação brasileira nao tem dinheiro para ficar trocando de televisao toda hora. A maioria da população tem televisores de 14 "

Outro ingrediente relevante para a demora na decisão é a maior abundância de canais propiciada pelo sistema europeu, que não privilegia tanto a qualidade de imagem. É inegavel que a possibilidade de um festivai de concessões abriu a sanha de alguns deputados. “Qualquer que seja a escolha, ela deve ser tomada por critérios técnicos”, diz o deputado Jorge Bittar (PT). É o mínimo que espera o consumidor.

Fonte: Época de 6 de Fevereiro de 2006

O Resultado (Fonte)

Lula escolhe padrão japonês para TV digital

(...)
Após uma dura batalha de bastidores entre os defensores dos padrões japonês, americano (ATSC) e europeu (DVB), o presidente optou pelo primeiro por avaliar que essa proposta trará mais vantagens ao Brasil e às grandes empresas de comunicação do país --entre as quais as Organizações Globo.

(...)

A decisão pelo padrão japonês foi tomada na semana passada por Lula, que orientou seus ministros a negociar com o Japão as contrapartidas para que o anúncio produza ganho político no ano eleitoral.


Além do compromisso de investimentos e da transferência de tecnologia, Lula disse a auxiliares que pesou na decisão o padrão japonês permitir maior tempo de adaptação à era digital dos atuais aparelhos de sinal analógico.
Ou seja, enquanto os americanos e os europeus previam uma fase de transição mais rápida, os japoneses se dispuseram a tornar esse período mais longo num país pobre em que a TV está instalada em mais de 90% dos domicílios.
Uma fase de transição mais longa resultará em menor custo ao consumidor, que terá mais tempo para continuar com seu televisor atual sem precisar comprar um decodificador do sinal digital ou um aparelho novo já com o equipamento.
O presidente também levou em conta o lobby das grandes emissoras de TV do Brasil a favor do padrão japonês. Não seria inteligente do ponto de vista político, avalia Lula, contrariar essas empresas no ano em que disputará a reeleição. Mais: as grandes TVs do Brasil dizem que o padrão japonês permitirá maior controle nacional sobre o conteúdo transmitido. Como o Brasil é um país com uma indústria de entretenimento televisivo de ponta, o governo avalia que é uma decisão estratégica defender os interesses das companhias nacionais.
Parte do PT chegou a fazer pressão a favor do padrão europeu, espécie de segundo colocado nos critérios do governo. Apesar desse lobby e do interesse das operadoras de telefonia no padrão europeu, que permitiria sua entrada na área de conteúdo, o governo não conseguiu dos europeus as contrapartidas oferecidas pelos japoneses. Nas discussões internas, Hélio Costa, ex-repórter da Globo, argumentou que o padrão japonês tinha também maior qualidade técnica e que, do ponto de vista tecnológico, seria superior ao americano e ao europeu.

(...)

e (Fonte!)

Análise: Redes saem vitoriosas com padrão japonês de TV digital

As redes de televisão são as principais (talvez únicas) vitoriosas com a escolha do padrão de modulação de TV digital japonês, que defendem desde 1999, quando fizeram os primeiros testes.
O padrão japonês é melhor para as TVs brasileiras porque é o que trará menos impacto ao seu modelo de negócios. Elas apenas ganharão um novo canal e transmitirão sinal digital nele. Pelo menos por enquanto, não haverá a entrada de novos concorrentes, principalmente as temidas telefônicas.
As redes temiam que a escolha do padrão europeu, por exemplo, trouxesse o modelo de exploração de televisão do continente, em que não há alta definição e empresas de telefonia atuam como distribuidores dos sinais (ou seja, cobram das TVs para distribuí-las).
Segundo as redes, o padrão japonês seria o único que lhes permitiria transmitir um sinal robusto, que "pega" bem em cidades de relevo acidentado, como o Rio, ou com muitos prédios, como São Paulo. Na TV digital, ou o sinal "pega" 100% ou não "pega".
Com a escolha do padrão japonês, as teles perdem -ou deixam de ganhar. Elas reivindicavam parte do espectro de UHF e VHF (usado pela TV) para explorarem serviços de telefonia e de distribuição de audiovisual pago.
Perdem também os defensores da democratização do espectro com a entrada de novos operadores. Para eles, a escolha do padrão japonês significa que o governo sucumbiu ao pragmatismo e quis agradar às grandes emissoras de televisão do país em ano eleitoral.

Publicidade escrota

cudar_unimed
Fonte.

Tatuagem de Games antigos

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Manual do "cartucho" do Super Mario World

22-5-2009-10.07.381-6-2009-8.03.145-6-2009-8.19.2822-7-2009-5.14.0016-9-2009-3.45.36   Por enquanto, somente em inglês.

Qual é o seu tipo de timidez?

OrlandeliTimidez Gostei muito desse teste sobre timidez neste link. Me pareceu ter perguntas bastante precisas, inclusive me identifiquei rindo com cada uma das alternativas.

O meu resultado no site:

É profunda e obsessivamente tímido. Naturalmente, desistiu de tentar vencer a sua timidez, que lhe arruinou a vida e o impediu de se realizar, há já muito tempo. Os outros talvez o achem simpático embora um pouco distante. Quando está na presença de pessoas que não conhece, disfarça a sua timidez, pondo-se à distância, o que, infelizmente, o faz parecer arrogante.

Bateu direitinho (bem, não creio que tenho a vida arruinada... mas o resto é bem isso.) Minha namorada também quis fazer, não considero ela tímida.

É decerto tímido, mas consegue escondê-lo frequentemente. Tem muita consciência dos seus próprios actos e esforça-se constantemente por se exprimir e obter o respeito dos outros. Normalmente, isto funciona bem e aqueles que não o conhecem são facilmente enganados. Deve ter uma série de "truques" que criam a ilusão de estar seguro de si e de ter coragem. Esconde a sua timidez.

Aqui uma crônica perfeita sobre timidez, de Luiz Fernando Verissimo (que por sinal é também um tímido).


"As Feias" reunidas

belaafeia

Interessante "A Feia" americana junto com a mexicana na mesma foto.

As sempre-ótimas tirinhas do Calvin

Calvin 2

Dá série: Morte a alguns criadores de banners de publicidade da Internet

22-5-2009-10.07.381-6-2009-8.03.145-6-2009-8.19.2822-7-2009-5.14.006-9-2009-3.43.12

Nessas ocasiões que eu tenho compaixão com as salsinhas.

Isso foi no 4shared.

Foto de Ivete criança

divulgada por ela no seu Twitter

ivete criança

Asneiras propagadas em E-mail

Que, de tão bestas, tão bestas, tão bestas, me fazem querer guardar.....
tosco

Citação sobre Xuxa, Vera Fisher e o filme Amor Estranho Amor

Eu fui contra a crucificação internética da Xuxa, até porque começaram a atacá-la por causa do Amor Estranho Amor, como se ela tivesse feito uma Sex Tape com o Jairzinho, no tempo do Balão Mágico.

O filme era legítimo. Obra do Walter Hugo Khouri, um dos cineastas mais respeitados de sua época. E ela não é a única que atacou o moleque, Matilde Mastrangi tenta seduzi-lo, e quem vai aos finalmentes é Vera Fischer, que ainda por cima é a mãe. Isso mesmo, ela fez uma cena de INCESTO com um guri de 12 anos e ninguém a xinga de 10% do que xingaram a Xuxa.

Por eu nunca ter assistido - ou conseguido fácil alguém que tivesse - esse filme, gostei de ter visto essas observações. Trecho de post do Contraditorium.

Frase de orkut que gostei, enfim.

22-5-2009-10.07.381-6-2009-8.03.145-6-2009-8.19.2822-7-2009-5.14.0027-8-2009- 6.46.01

Recorte antigo de revista: Ciro Gomes e Heloisa Helena

Numa revista Época de 2006 (aquela com uma matéria sobre blogs)

Heloiza e Ciro

Essa última do Ciro se tornou clássica e bastante conhecida.