![[pegadinha.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEilbI7aaQvgz0zHfjt6iANQzCC5AIwzTdXlWjtODjihx_4LKRL1Ze6I3fRCJgmPNPypILXajj17HoDrOroF3z7uRRSV8mTFDGSEDJ8o4wsDLOkeNY-aWbN1jrEbB-gEMJ9iAFnzSg08k4E/s1600/pegadinha.jpg)
Punks comentendo assassinatos?
Eduardo Mesquita - Inimigo do Rei
SomTrês.
Quem é contemporâneo meu certamente vai se lembrar dessa revista. Ela começou como uma revista técnica, falando de alto-falantes e relês e coisas elétricas (porque na época a eletrônica ainda era muito pouca), mas "digi-evoluiu" para uma revista que falava de música e que percebeu o rock como um grande filão. Na sequência de seus esforços para ser a revista de rock do país (na época não havia outra revista com esse tema) a SomTrês começou a encartar pôsters de bandas em suas edições. Quem for ao banheiro masculino do Bar do Kuka vai ver um poster do Iron Maiden e um do Ozzy, todos retirados da citada revista. E logo depois a revista teve uma outra sacada mercadológica bem inteligente: revista-pôster. Tratava-se de um pôster que tinha uma pseudo-revista nas costas, do lado contrário ao pôster, mas que interessava muito pouco realmente porque o que chamava a atenção era o pôster (que normalmente era também a capa da revistinha - quando dobrada).
Foi assim que tive meu primeiro contato com o punk e o punk rock. A revista se chamava "Dicionário do Rock" e vinha com um monte de definições dos estilos diferentes de rock que existiam no mundo até aquele momento, e eu era um pré-adolescente que já ouvia Beatles e Kiss, tinha uma ansiedade muito alta e algumas leituras diferentes da molecada da minha idade. Fiquei atraído pela curiosidade de conhecer os diferentes estilos de rock mas o que realmente me impactou foi o pôster: Sex Pistols. Era uma foto da banda editada com uma gilette cortando a foto de um canto ao outro, com o sangue escorrendo e Rotten com seu blazer rockabilly.
McLaren era um filhadaputa esperto realmente porque o que me chamou a atenção, de início, foi aquele visual de coisa destruída, agressiva, rasgada e eu nem tinha idéia do que era aquilo realmente. Obviamente que comecei a procurar informação, e em épocas pré-web procurar informação era um troço bem complicado, situação que obviamente não desanimaria um sujeito de pouca idade e muito tempo livre.
Depois da SomTrês eu me pus a procurar entender o que era aquilo, que história era aquela de usar roupa rasgada e posar com cara alegre. Eu estava acostumado aos terninhos de Liverpool ou às máscaras e roupas de super-herói do Kiss, então para mim aquela nova e agressiva forma despojada que eu via no pôster era muito mais próxima e "minha" do que tudo que eu havia visto até aquele momento.
Peguei meu salário (comecei a trabalhar com 14 anos, dureza, né?) e comprei o "Never mind the bollocks..." e fiquei enlouquecido com aquele som de guitarras sujas e músicas curtas e sem solos virtuosos. "Do It Yourself", Anarquia e literatura libertária completaram o fascínio por uma filosofia, uma atitude, uma idéia que ia além da música e da postura, mas que era também uma forma de ver o mundo, de buscar igualdade, de acreditar em uma maneira de viver que fosse melhor para todos e não somente para alguns. Sendo eu um guri da saudosa periferia da Vila Bandeirantes, tinha meus ressentimentos com os playboys do Bueno e do Marista, e a ideologia punk me mostrou que eu não precisava ter ódio de quem tinha muita grana, mas que simplesmente eu podia buscar conscientizar as pessoas do mundo inteiro para uma distribuição racional de conforto e vida sáudavel. Me considerava um punk nessa época. Eu era punk.
Nunca arrepiei um moicano nem pintei meu cabelo de verde porque minha mãe era extremamente jogo-duro e eu não era tão maluco assim, mas silkava minhas camisetas do colégio (sempre tomando altas broncas de coordenadores e diretores), andava pelas noites com meu jeans roto e dançava meu pogo nervozzo ao som de Pistols e Kennedys (o meu encontro com o disco branco foi outro evento marcante da minha vida).
E um dia num aniversário inesquecível meu primo Humberto me presenteou com o "Pela Paz em Todo Mundo" do Cólera, e eu descobri que havia tudo aquilo que eu admirava bem mais perto de mim do que eu imaginava. Existia uma banda que falava em paz tocando música agressiva, existia um grupo que articulava ações positivas e que discutia política de forma séria, e eu queria muito viver tudo isso.
Foi nessa época que participei da organização do Primeiro Encontro Anarco-Punk do Centro Oeste. Um fiasco completo, sintoma da total incompetência e inexperiência dos três envolvidos, mas que ao invés de nos desanimar somente aumentou nossa revolta com o sistema que não colaborava, que dificultava a vinda de nossos contatos de outras cidades, que olhava torto para o moicano de meu colega e que incentivava a polícia a tomar a gandola do outro.
Canalizar minha agressão. Isso foi o que de melhor o movimento punk e o punk rock puderam fazer por mim, e ao invés de continuar destruindo vitrines e orelhões pelo centro da cidade (o que agora nos envergonhava muito), a situação era de procurar formas inteligentes e articuladas de combater o sistema e mudar tudo que estava acontecendo. A morte de um dos três amalucados esfriou bastante nosso ânimo, e depois disso o outro mudou-se para longe. Já sabíamos canalizar nossa agressão, nossa rebeldia, nossa revolta.
E eu já tinha aprendido com o movimento punk aquilo tudo que iria moldar minha vida. Seres humanos são iguais entre si, merecem respeito, nada justifica a violência contra outra pessoa, nada justifica a opressão, a humilhação e a destruição do amor-próprio do outro. E outra coisa muito importante: agressividade não é violência. Revolta não precisa ser violenta.
Hoje quando vejo as discussões orkutianas me pego em dúvidas se eu realmente era punk de acordo com as cartilhas modernas que os garotos parecem acreditar. Cartilhas que apresentam todos os passos e atitudes certas e obrigatórias para poder ser chamado de punk. Eu não tinha cartilha para ser punk, aprendi na marra, e sempre achei que isso fosse outro ponto forte do movimento: o desrespeito por regras que não me diziam respeito.
Cresci, envelheci e por incrível que pareça, não sucumbi ao meu medo de ser um sujeito velho e careta. Envelheci, como disse, mas não perdi os ideais que um dia alimentei ouvindo um disco da capa amarela. Chorando de raiva de "tudo que estava ali" e alimentando planos de mudar o mundo, eu temia envelhecer e perder aquele ódio/ternura. Envelheci, me tornei empresário e dentro da minha empresa busco viver ideais de auto-gestão e respeito ao espaço, liberdade e individualidade do outro; sem explorar nem humilhar. Envelheci, constituí família e descobri que posso ainda acreditar num mundo melhor para meus filhos, meus dois tubarõezinhos que estão chegando e que merecem viver num mundo sem violência, sem rapinagem, sem homem-lobo-do-homem.
Não me chamo mais punk, mas continuo pensando punkmente. Meu coração ainda bate no ritmo do "tum-tá" do Pierre.
Sou parte de uma banda que toca punk rock, e posso expor minha agressividade no palco, pregando o que pratico e o que acredito, buscando levar minhas idéias (e de meus colegas de banda, também pensantes semelhantes) para mais pessoas, quantas possíveis.
Por isso não me preocupo quando vejo notícias que dizem que punks estão matando pessoas. Sim, existem pessoas que se acreditam punks fazendo isso, e isso é inegável. Essas pessoas usam a roupa que acreditam ser a roupa de um punk, ouvem as músicas que acreditam ser músicas que um punk devem ouvir, e - pasmem! - fazem o que acham que um punk deve fazer. Pessoas que desvirtuam idéias existem em todos os grupos humanos possíveis. Ou alguém acha que as idéias de Canhoto e Robertinho ou do Trio Parada Dura incentivam algumas bobagens machistas e preconceituosas cometidas por agroboys do meu estado? Ou alguém acha que os Gracie incentivam o que os pitboys fazem nas capitais do sudeste?
Não devemos nos preocupar com o rótulo, porque a verdadeira atitude punk, na minha concepção, não seria querer defender o nosso grupo ideológico, mas defender a vida. Punks acreditam no ser humano e essa deve ser nossa principal preocupação e não apenas se um sujeito usando nossas cores e rótulos cometeu algum assassinato.
Assassinatos são cometidos e essa deveria ser a nossa principal preocupação. Aonde estão os movimentos organizados para conscientizar a população de que a criminalidade é um fenômeno muito mais complexo do que simplesmente algumas frases soltas em um editorial pelo mundo possa fazer parecer? Aonde estão nossos grupos libertários buscando realizar atividades voluntárias que causem mudanças efetivas na sociedade?
Seres Humanos que se dizem punks cometeram assassinatos. Existem equívocos nessa frase. Sim, cometeram assassinatos. Mas não são punks. Mais ainda, não são seres humanos.
Há braços!
Fonte: http://www.loaded-e-zine.com
A música é da Tv ou da Internet?
* Dewis Caldas
Foi-se o tempo em que a música da novela do momento, ou dos programetes juvenis de final de tarde, eram o hit de sucesso. Quer dizer, ainda é sucesso por conta dos jabás da rádio, comerciais, programas de auditório, mas será que elas ainda exercem decisivamente no gosto musical dessa novíssima geração que nem mesmo sabe como usar um rádio e raramente liga a TV?
Diante disso, é cada vez maior o número de acessos dos grandes sites de notícias, músicas e entretenimento. O internauta quer cada vez mais seletividade e mais singularidade. Lembro, pelos idos de 1995, quando a internet ainda era coisa de laboratório, era muito fácil (com grana no bolso) para uma banda espalhar sua música.
Num plano estratégico feito pela gravadora, a tática guerrilheira era assim: aparecia duas vezes num programa de domingo, depois uma participação como música de fundo do casal apaixonado da novela de horário nobre, mais dois comerciais de roupa ou solidariedade e pronto. Estouro, estouro e estouro, dinheiro pra todo mundo.
Um grande exemplo que me vem à cabeça é o mega sucesso do Gera Samba (que depois de uma quase batalha judicial virou É o Tchan). Eles surgiram mais ou menos em 1996 com uma música nada convencional, explorava tanto a sexualidade que fazia uma mulher dançar no gargalo de uma garrafa, em pouquíssimo tempo foi febre pelo Brasil inteiro. Imediatamente estavam em todos os programas nacionais, coleções de bonecas, concursos para novos integrantes e shows diários - sempre lotados.
Nessa mesma época, os Mamonas Assassinas também exploravam outra temática, a da diversão exagerada, o jogo das piadas contínuas. Não demorou muito pra que a primeira vendesse mais de 10 milhões de cópias, e a segunda cerca de 2 milhões, que não só foi mais por causa do fatídico acidente. O resultado de toda essa estratégia foi transformar essas duas bandas nos maiores símbolos daqueles anos.
Mas pergunto: se fosse hoje, surtiria tanto efeito? Depois do advento de sites, blogs, orkuts, pessoas fazendo por si só, seria tão massificada e explorada uma imagem como essa? A geração que toma o espaço, e que vai abraçar a década de 10 é a que menos é influenciada pela grande mídia, isso é fato.
Não é incomum pessoas com menos de 20 anos não saberem quem são os protagonistas da novela do momento, ou até mesmo, o hit do herói da novela de mutantes (novo conceito criado pelos lados tupininquins). Talvez seja mais fácil qualquer um destes dizer o que rola de engraçado no "Youtube", por exemplo.
Mas essa não é a discussão, e sim a música. O que digo é que hoje as possibilidades de se explorar, conhecer e fuçar são muito mais atraentes e fáceis, e é isso cresce cada vez mais. As probabilidades de se conhecer outra cultura musical se abrem além.
Posso muito bem - daqui mesmo do computador onde estou - escutar o último CD do Fábio Júnior ou optar pela voz suave de Dian Permana Putra, um indonesiano autor da triste 'Keranguan', que diz no refrão "Perca Yalah Kasih Tiada Yang Lain Hara Panku", que eu nem faço idéia do que significa.
Ou então, posso escolher uma banda sergipana chamada Snooze, ou a regravação cover do novo sucesso do KLB. Ou então a regravação do Roger Water de 'Across the Universe', dos Beatles. É tudo ao alcance, há um click apenas.
Com isso tudo, você pergunta para alguém de mais ou menos 18 anos sobre sua banda preferida, ela poderá dizer quatro ou cinco que você nunca ouviu na vida. É uma realidade diferente? Não! Mas é a opção pela exploração. E é nesse campo que nascem os produtos independentes.
Pense bem, antigamente o artista tinha que gravar o CD, vender, fazer shows, ganhar dinheiro e ficava tudo bem. Só que tudo ficou alarmante. Segundo a ABPD - Associação Brasileira dos Produtores de Discos -, no ano passado foram vendidos cerca de 80 milhões de CD’s em todo o território nacional, enquanto que 112 milhões foram pirateados. Então o que acontece? O artista se desliga do CD, e começa a fazer show novamente.
Um grande exemplo disso é a banda inglesa Radiohead, uma das mais conceituais do anos 90, que acaba de lançar o CD 'In Rainbows', através do seu site, onde pode se pagar quanto quiser, ou até mesmo nem pagar nada. Outro exemplo é o cantor folk-rock americano Bob Dylan que, com mais de 50 anos no meio musical, ainda sim faz shows todos os dias.
Não existem mais diferenças, nem regiões, nem história, nem idiomas quando se fala musicalmente na internet. E o bom disso tudo é que a maior banda do mundo tem o mesmo valor de importância e alcance do que a menor banda. Quem ganha minha audiência é quem fizer a música que mais me agrada, e pronto! Só quero ver quando o mercado fonográfico vai assimilar isso.
* Dewis Caldas editor do Hellcity.blogger.com
Fonte: http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=4247
Pedais do rodrigo curi do moptop // pedal // jonasnobre2@gmail.com
Atualização de 6 de maio de 2009
Nessa época eu nem suspeitava que ainda iria prum show do moptop bater minhas próprias fotos dos pedais, depois de ter comprado um.
Malvados: Tirinhas em quadrinho bizarras. Oo'
![[tirinha1022.gif]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGzc-iEStQXST0qkDd6Rne9eljmgV4UpiDPI-EmWRW61_pjo6hH5gl-aQlvovLa8FjXwXnHRZuZs7i-YD-vmYqem514z50YZV1LwHK_Kd7EysHyYeOwzXgVFps11e96OFh3Z_ltIXYBxk/s1600/tirinha1022.gif)
![[Sara,+a+sofrida.gif]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8Dk1ObqHg5gs_pqr2ss7S-zlgeq7hsSVEZgYzbCZYNoqYuSwphuyUYd2_S2j6X94SwxX6fFDOfDMtq1l_Czp43bGMA0PSZ5G7scGfXXaxqVQY0iaDpB8dvHFSdirOm3b-k4jReM6rbVU/s1600/Sara,%2Ba%2Bsofrida.gif)
![[tirinha1025.gif]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAgYaj9iUlOgDGukqr-qsZ7i8JcLXPJC3G23S8ULixXBB3dsFyqz15FpQo0WtqknuNlpdGRVOIiI1J99ntbzGXaJtM74gTnPgUZhFzy7v4vCAhMHJH9LPMWGdrakZWsS6Qj97kBUSP7Ik/s1600/tirinha1025.gif)
Cearês
Cearense ele não vai embora ele pega o beco.
Cearense não bebe um drink ele toma uma.
Cearense não joga fora ele rebola no mato.
Cearense não discute ele bota boneco.
Cearense não sortudo ele é cagado.
Cearense não corre ele faz carrera.
Cearense não ri ele se abre.
Cearense não compra uma garrafinha de cachaça ele compra um celular.
Cearense não toma água com açucar ele toma garapa.
Cearense não exagera ele alopra.
Cearense não vigia as coisas ele pastora.
Cearense não vê destruição ele vê só o destroço.
Cearense não sai apressado ele sai desembestado.
Cearense não agarra uma mulher ele arroxa.
Cearense não dá volta ele arrudêia.
Cearense não serve almoço ele bota o dicumê na mesa.
Cearense não diz que fulano não é de confiança ele diz que a mercadoria é sem nota.
Cearense não espera um minuto ele espera um pedaço.
Cearense não é distraído ele é avoado.
Cearense não fica encabulado ele fica todo errado.
Cearense não comete gafe ele dá rata.
Cearense não sobe na árvore ele se trepa
Limoeiro Esteriotipado
Algum tempo antes da edição do artigo abaixo, havia sido exibido uma reportagem sobre limoeiro em um jornal da globo, considerada por muitos um tanto injusta. Tô postando ela aqui pra pra guardar de recordação. Até me surpreendi que já é de 3 anos atraz. Oo
A mídia contempla a miséria
Ao contrário da terra árida e ressequida mostrada na reportagem, Limoeiro do Norte é hoje a principal região fruticultora do Ceará, sendo o maior exportador brasileiro de abacaxi e melão
Melquíades Júnior
[06 Novembro 01h52min 2004]
É dever e função da mídia mostrar a realidade dos diversos recantos do planeta e os contrastes, que sempre há. Recentemente, a TV Globo apresentou reportagem sobre o Limoeiro Futebol Clube, time da 3ª divisão do Brasileirão. A matéria quis mostrar as dificuldades de um time sem recursos financeiros. Nada mais real, afinal nesse universo desportivo cheio de luxo e glamour, existem aqueles que não tiveram a mesma oportunidade, vivendo nos rincões pobres do país.
Para contextualizar a vida do time, os repórteres mostraram da cidade tão-somente uma imagem estereotipada do sertão semi-árido do Nordeste. De enxada na mão e sob sol escaldante, crianças e mulheres, moradores de barracos, lutavam contra a terra seca, em favor da sobrevivência. Indagado sobre o que quer ser quando crescer, um garoto respondeu: gente! Isso comove qualquer telespectador. E foi essa a intenção. Como sempre, a contemplação da miséria, aliada a imagens fortes e um texto poético faz da matéria mais um retrato fiel do estereótipo de Nordeste.
Mas a realidade de Limoeiro vai além da miséria de seus moradores e da garra e força do time de futebol. O município de 107 anos possui riquezas, resultado de um progresso nem de todo democrático, mas verdadeiro. Limoeiro tem, sim, casas de tijolo, ruas asfaltadas, prédios, hotéis de luxo, bancos, jornal e internet; possui centro tecnológico - com equipamentos entre os mais avançados do país - faculdades, artistas, a exemplo dos desenhistas que trabalham para a DC e Marvel Comics, empresas americanas produtoras dos desenhos de ficção; tem ainda uma Academia de Letras e é importante pólo educacional no Estado. Enfim, é uma cidade.
Ao contrário da terra árida e ressequida mostrada na reportagem, o município é hoje a principal região fruticultora do Ceará, sendo o maior exportador brasileiro de abacaxi e melão, pérolas da economia cearense. A utilização mercadológica da terra não tem permitido riqueza em abundância para todos, mas esse problema não é exclusividade nordestina.
A miséria existe no sertão semi-árido, não é pouca e não há pretensão de renegá-la. A cada contemplação midiática da miséria no Nordeste é favorecido o mito e o determinismo de nordestino sofredor, ignorante, faminto, só. Imaginem se do Rio de Janeiro a TV só mostrasse as favelas e a exclusão social nelas simbolizadas. No mínimo, o telespectador só lembraria do caos, quando que nem mesmo a favela é só isso.
A crítica não é simplesmente a uma reportagem que, por sinal, tratou de enaltecer a perseverança dos atletas do time, mas a uma cultura de mídia que obedece a um estereótipo e, na busca de audiência fácil, contempla e perpetua a miséria do brasileiro, mostrando uma verdade incompleta do que é sertão hoje. Da forma como é apresentada, a miséria não é refletida, mas tão somente contemplada.
O importante é que a narrativa poetizada cativou, e as imagens da sertaneja descalça ao sol escaldante e sob o lombo de um jumento errante dão uma bela fotografia. E o telespectador é compelido a contemplar essa doce e bela miséria. Até quando?
MELQUÍADES JÚNIOR é professor de ensino médio e estudante de Ciências Sociais pela Universidade estadual do Ceará (Uece)
:-\ Dois textos estilo tosco-besteirol.. (De um perfil aí.. Autoria desconhecida. Provavelmente o dono desse perfil, que não me lembro.)
Eu tinha lá em casa dez garrafas de cachaça, da boa.
Mas minha mulher obrigou-me a jogá-las fora.
Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
Peguei a terceira garrafa bebi o resto e joguei o copo na pia.
Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
Pequei o quinto copo joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia.
Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa.
Joguei a nona pia no copo, peguei na garrafa e bebi o resto.
O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.
:-\ Determinados dados sobre negros .. Um tanto Racista
A cada 39% dos nêgo que nascem nessa cidade são pretos.
4% dos 7% dos nêgo que estudam nas faculdade são preto.
A cada 2 crianças que nascem nêga, uma morre preta.
80% dos nêgo preto morrem queimado nêgo.
Segundo os dados da Ceagesp de Santa Catarina:
7% dos brancos divididos por 7% dos nego dá 7 pretos.
4 vezes 15 preto dá vinte nego.
30% dos preto que morrem na sociedade são verdes.
12% da sociedade inteira branca é nega.
50% dos pai preto com mãe nega dá filho preto.
25% da sociedade é preta.
75% da sociedade também é preta.
Tudo é preto.
Nêgo é preto.
Corinthiano, maloqueiro e sofredor, mano!
Segundo o Indifolha-se:
o melhor discodos Beatles é o Álbum Branco
e o pior disco do Metallica é o álbum preto.
Nos Estados Unidos da América a cada 10 nêgo
5 jogam num time e 5 jogam no outro.
De todos os nêgo entrevistados, 50% acha que é preto,
50% acha que é nego e os outros 45% mandaram
eu tomar no cu e roubaram minha carteira.
É pau é preto é o fim do caminho, mano.
Fábula dos dias atuais...
O Cachorrinho e o Tigre
Um cachorrinho, perdido na selva, vê um tigre correndo em sua direção. Pensa rápido. Vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:
- Ah, que delícia este tigre que acabo de comer!
O tigre para bruscamente e foge apavorado do cachorrinho. No caminho vai pensando: "Que cachorro bravo! Por pouco não me come também!" Um macaco, que viu a cena, vai atrás do tigre e conta como ele havia sido enganado. O tigre, furioso, diz:
- Cachorro maldito! Vai me pagar!
O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo. Desta vez traz o macaco montado em suas costas. "Ah, macaco traidor! O que faço agora?", pensa o cachorrinho. Em vez de sair correndo, fica de costas, roendo os ossos, como se não estivesse vendo nada. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:
"Macaco preguiçoso! Faz meia hora que mandei me trazer outro tigre e ele ainda não voltou!"
"EM MOMENTOS DE CRISE, SÓ A IMAGINAÇÃO É MAIS IMPORTANTE QUE O CONHECIMENTO".
Sobre a autoria, é possivel que se trate de mais um apógrifo, pois como autor constava Albert Einsten. É possivel que seja dele, mas nos dias atuais não da pra se ter certeza. Chuto que não.
Mais uma da série Pop-Anônimos: Se um cachorro fosse nosso professor
"Se um cachorro fosse nosso professor aprenderíamos coisas assim: Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro. Nunca perca uma oportunidade de ir passear. Corra, pule e brinque todos os dias. Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem. Não morda quando um simples rosnado resolve a situação. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo. Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente. Seja leal. Nunca pretenda ser o que você não é. E o MAIS importante de tudo... Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar. A amizade verdadeira não aceita imitações."
Anônimo
Inclusive, já postei isso no orkut. Num tempo que não achava piegas.
"Formando uma frase com nomes de bandas de Forró" ¬¬ Sem comentários mesmo...
Marquei um SKEMA, com uma GAROTA SAFADA,que ficou CEGA DE AMOR, e ela com seu DESEJO DE MENINA,usando uma CALCINHA PRETA, toda GATINHA MANHOSA,e nós dois SOLTEIROES,fomos de AVIOES, e ela olhando para o PAINEL DE CONTROLE,com um maior MORAL,fomos para a CAPITAL DO SOL, chegamos la ficamos CASADOES, e ela com seu CHEIRO DE MENINA, me deu uma PEGADA QUENTE, e eu como sou FORROZEIRO TODO,COBRA CRIADA,MALA MANSA, KABRA DA PESTE e tenho FORRÓ NA VEIA,empurrei a CHIBATA PRETA e tome FERRO NA BONECA,e ai eu disse MEXE MAINHA, e ela disse que MAGNIFICO!!!!! isso é REAL???????????
Os Meninos Simpsons
Abaixo os arquivos originais de cada um deles
Alterei um pouco O cabelo de renato "Pretelli", pra ficar mais conciso com o real.. (ou nao.)


E soh me era permitido que o helio fosse da primeia cor.. então alterei manualmente no Paint shop pro..

pra fazer isso vai no site oficial do filme dos simpsons.
Eu lá atraz...

Nem lembro onde peguei essa foto no orkut. Mas Achei aquela coisa, ali atraz, muito parecido comigo.
Dimensão relativa dos planetas
Atualizado em 2 de julho de 2008:
Nesse site aqui há mais proporções, com estrelas maiores que o sol.
Atualização de 26 de abril de 2009:
Abaixo uma imagem (com uma resolução não tão boa) abrangendo outras estrelas maiores que o sol.
Algumas boas pérolas do Orkut
Adoro ler português de ameba.
"Essa foto tá massa!"
Tentando escanear uma foto.
Baixando um drive de DVD
Baixando Speed
Jogo da memória
Atualização de 4 de junho de 2008 (12:49 Am)
Photoshopping !
Filme do Senhor dos Anéis
A batida perfeita
"Ferrare"
Fecharei os olhos eternamente
Pensamento
ProUni
Objeto estranho
Comunidade do RG
Colé Jesus
Cacto
Life do vô
Fim de viagem
Funk Bizarro. Tudo bizarro. Oo
"Rasionais"
Atualização 19 de agosto de 2008
injustiça com o vasco
![[imoral.png]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj3oZ3JtFjxonr8fS5Dr2_vY32a6Lw4-4jUGH7usuyBWiROWv6TcjU6byBgHToFGF9exw6rfWT6AAnRjAvXZA0UhV2tWJirk1VX_i2Luj88fdgnxmEIh_0sNW3DLPqfIsRyDH8PYkhECG4/s1600/imoral.png)
![[olha+la+atraz.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjLngps_B42ZL6Q3gyQFMserey5pvWj2xM9kZdJYis-kWFjpHhsWkp9bvnLM7qzZMNavNtHpU9KIFKt-IIg_fjGL1qqN-Q8haD0Z7FjNBYu-FgNki29yJ-H0A38Jp9kMITduAZoX0pmUBU/s1600/olha+la+atraz.jpg)
![[phishing+tristes!.png]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzDLLWD6Kb15fBsKizBBmI70FQV2RKmKogmC7zdGdaui8M2vScmqZQ9qChunoDGaZjG9HFvcStIUCK0Ij23ZtQauXpW6ow7_EL3TKtb6PuzeLhWGIc1PWJYtl5Buwr6sLGyvk13kf7eUw/s1600/phishing+tristes!.png)




![[oq!.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHr7ZqRUBU2xrKYrcF8UDRcyUvSCZ0MmmjicfWXY8z0ExoI8-3CJgbnGly0rNOMZnKUIiN2NOVu1An6vrx7-mRNCG6Op0F6g_VQdwgNmc9nEBcJbGCStVW5EwjQ3bRlsDq9h00PGVVXkI/s1600/oq!.jpg)


![[mei+negro.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjox9NVGG5QrKDOyM55lyiKQ4lGxc1E2Kap74w9_X2dNIzYkKswmYz5Udx2rrycnmzkwLwn4j9roIUWJY0NB5Dop1ZVSwkn0tFPcMaLOJ93RwMfiPPLUzL1ZDsQzi48hG9KO6UMX-EFVi0/s1600/mei+negro.jpg)



![[bobage12-3-2008-15.47.55.jpg]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjtEMtc-sol2YfMHtMsHQfvD-qE2e7aiEm4KpUy4ho09HV4KejOBeM8p7pULyYO8MSrPIc-LbZhI-VCM0_gFqZ9C1jzqoehTI4vPICI2cZd1DbgAqPbMRzZdH_uHZUrF4Tgf1MlLWvA5gk/s1600/bobage12-3-2008-15.47.55.jpg)

![[enqueteeeeee.png]](https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgAYNxfAGC_y34u2Dhe8vEafgVVoNi7O8q1o_KXJsSOZXeciIF8Y7C4w7zq3m8rh_m8f66QCI8kyFWhuPqwvo5wSb9fszVm3QF345QZiQ3c37ezYmhfg5F4FmpGsLnT1IR7hI965qoDH3M/s1600/enqueteeeeee.png)
